Da mãe que partiu à avó que guardou seu terço. Do pai do interior ao padrinho que botou cinquenta na sua mão. Da viúva que ainda faz café pra dois ao parceiro de quebrada cuja foto ainda tá no grupo do whats. Conte a sua saudade, escolha o estilo — MPB, sertanejo, bossa, choro, rap, funk — escrevemos a canção e enviamos como MP3 em até 30 minutos.
Qualquer
homenagem
MP3 em
30 minutos
Escrita
sobre você

Renovadas todo dia às 10h (horário leste dos EUA). MP3 entregue em até 30 minutos.
Sem cobrança até você aprovar a prévia.
seu brief →
Homenagem vive de detalhes. O terço da avó no criado-mudo. A xícara dele que ninguém usa mais. O som da chave dela na fechadura. A frase que ele sempre repetia. O cheiro da cozinha aos domingos. Quanto mais específico, mais a saudade vira presença.
Mãe, pai, avó, marido/esposa, irmão, filho, professor, padrinho, amigo de quebrada. Nome, parentesco e o que ela fazia da vida.
A cadeira na varanda, o terço na gaveta, a xícara azul, a jaqueta jeans, a caneta, o cordão de prata, o boné na lateral. Coisa concreta que sobreviveu.
A pessoa não está mais — mas a voz sim. "Vai, minha filha." "Confio em você." "Vai com calma, afilhado." "Vamo nessa." Frase concreta que ainda te volta.
O bolo no domingo, o café pra dois, a oração de cabeceira, os cinquenta na mão de quem precisa. O hábito que virou herança em você.
Nova MPB, sertanejo raiz, forró pé de serra, bossa nova, rock acústico, piano felt, choro, rap nacional, sertanejo classic, funk melódico. Combine com o tom da pessoa.
Voz feminina ou masculina (combine com a POV de quem está cantando). E onde a música toca: missa, jantar de família, no carro, no fone, no aniversário de falecimento.
3 homenagens · 3 mundos →

A mais pedida do catálogo
"Saudade virou cafezinho. Saudade virou a senhora."
feitas à mão, uma por uma — ouça e escolha o momento →
Nove canções gravadas — três da cerimônia, três da festa, três dos momentos marcantes. Os nomes foram alterados, mas a letra, a voz e a produção são exatamente o que você vai receber no dia.

Filha pra mãe que partiu — o café coado, o terço na mesa, a voz que ainda conduz cada decisão.

Filho pra pai do interior — a cadeira na varanda, o rádio ao meio-dia, a enxada que herdou a mão.

Neta pra avó do Nordeste — o terço na gaveta, o manjericão na varanda, a bênção que mora dentro.
POR QUE FUNCIONA
“Tempo de Espera” já tocou em mil velórios. “Hallelujah” em outros mil. A homenagem genérica entra por um ouvido e sai pelo outro — porque ela não conhece a pessoa que você perdeu. Quando você substitui pela canção com o nome dela no refrão, o terço da avó nos versos, ou a frase que ele sempre dizia no climax, a sala inteira sente em três segundos. E a saudade vira presença.
Não é template: cada verso é escrito a partir da sua história. O objeto que ficou (cadeira, terço, xícara, jaqueta). A frase que ela repetia. O gesto que continua através de você. O detalhe que só você sabe.
Qualquer estilo: Nova MPB pra mãe que partiu, sertanejo raiz pra pai do interior, forró pé de serra pra avó nordestina, bossa nova pra viúva, rock acústico pra irmão geração 90s, MPB piano felt pra luto parental, choro pra professor da universidade, rap nacional pra padrinho, sertanejo clássico pra aposentadoria, funk melódico pra parceiro de role.
Pra sempre: MP3 entregue em 30 minutos. Use uma vez no dia — na missa, no velório, no aniversário de falecimento — e continue ouvindo pelas próximas décadas. A saudade não tem prazo, a canção também não.

Viúva pra marido — a xícara azul, a vitrola continua tocando, o café que não sabe fazer pra um só.

Irmã pra irmão da geração Cazuza/Legião — a jaqueta jeans, a fita cassete, a risada que ficou inteira.

Pais pra filho que partiu — a foto na estante, a luz acesa, o abraço de olhos fechados. Luto parental.

Aluno adulto pra professor que formou sua cabeça — "a pergunta vale mais que a resposta". Primeiro choro memorial do mercado.

Afilhado de quebrada pra padrinho — cinquenta na mão, cursinho escondido, "vai com calma" pra vida toda. Primeiro rap memorial do mercado.

Amigo pra parceiro de quebrada — o grupo do whats aberto, o "vamo nessa" que virou frase da galera. O primeiro funk memorial do mercado.
pra quem é →
Filhos adultos que perderam a mãe e ainda escutam a voz dela na cozinha. Netos que herdaram o terço da avó e querem que a benção continue tocando. Viúvas que ainda fazem café pra dois sem perceber. Filhas que ficaram com a cadeira do pai vazia na cabeceira da mesa.
Mas também afilhados que perderam o padrinho que botava cinquenta na mão deles toda visita. Ex-alunos homenageando o professor que abriu a cabeça deles na universidade. Esposas que celebram quarenta anos com o marido vivo — aposentadoria também é homenagem. E galera da quebrada que perdeu o parceiro de role cedo demais.
Não é a coisa mais cara do velório, da missa de sétimo dia, ou da festa de aposentadoria. Mas no dia que ela toca pela primeira vez — no jantar de família, na visita ao cemitério, no aniversário de falecimento, no Whatsapp da família — é o momento que todo mundo guarda. E a canção continua tocando muito depois do dia.
grátis hoje →
Conte sua história — quem foi (ou é) a pessoa, o objeto que ficou, a frase que ela sempre dizia. Escrevemos a canção e entregamos como MP3 em até 30 minutos.
Pegar minha vaga grátis →10 vagas grátis · Renova todo dia às 10h
Sem experiência musical necessária. Só conta sua história.
Nome, parentesco (mãe, pai, avó, marido, padrinho, professor, parceiro). A profissão, a cidade, o jeito dela rir. O objeto que ficou — cadeira, terço, xícara, jaqueta, foto no grupo do whats. A frase que ela sempre dizia. Leva uns 10 minutos.
Nova MPB pra mãe, sertanejo raiz pra pai do interior, forró pé de serra pra avó nordestina, bossa nova pra viúva, rock acústico pra irmão dos anos 90, MPB piano felt pra luto parental, choro pra professor da universidade, rap nacional pra padrinho de quebrada, sertanejo clássico pra aposentadoria, funk melódico pra parceiro de role.
Direto no seu email. Use na missa de sétimo dia, no aniversário de falecimento, na festa de aposentadoria, no jantar de família, ou guarda só pra você no celular. Uma revisão grátis está incluída — a saudade merece a versão certa.
o que ela diria se pudesse →
“Coloquei a música no jantar do aniversário da minha mãe — três anos depois que ela partiu. Quando o refrão entrou, meu pai começou a chorar de boca aberta — ele disse que era a primeira vez em três anos que ele sentiu ela na sala de novo.”
— Camila, 34 · Filha · São Paulo · Música ReadyMuse no aniversário de falecimento da mãe
qual saudade é a sua? →
Cada perda tem seu próprio jeito de doer — e seu próprio som. Escolha quem você quer homenagear, ou conte a história e a gente te ajuda a escolher.
Nova MPB acústica — pra filha 35-50 que ainda escuta a voz da mãe na cozinha. Pra missa de sétimo dia, aniversário de falecimento, Dia das Mães depois da perda. Saudade-warm, vocal feminino.
→Sertanejo raiz ou clássico romântico — pra filho que herdou a cadeira da cabeceira, pra esposa que celebra os quarenta anos com ele ainda aqui (aposentadoria também é homenagem).
→Forró pé de serra, choro — pra neta que guarda o terço no criado-mudo, pra ex-aluno que ainda ouve as aulas do professor que abriu sua cabeça.
→Rap nacional, funk melódico, rock acústico — pra afilhado que perdeu o padrinho cedo, pra irmão do grupo do whats, pra parceiro de role da quebrada.
→FAQ
boas perguntas →
Grátis. Temos dez vagas grátis por dia, renovadas todas as manhãs às 10h (horário leste dos EUA). Sem cartão de crédito, sem assinatura.
Em até 30 minutos no seu email. Pra missa de sétimo dia, aniversário de falecimento, ou festa de aposentadoria — recomendamos pedir com pelo menos uma semana de antecedência pra ter calma com revisão.
Sim — esse é um dos usos mais fortes. Aniversário de falecimento, missa de um ano, dez anos, qualquer marco. A saudade não tem prazo, e a música também não. Conte os detalhes que você ainda lembra — a gente devolve em verso.
Não. A maioria das nossas homenagens é saudade-warm — café que ainda sai pra dois, jaqueta jeans que virou herança, "vamo nessa" que ficou na boca da galera. A gente trabalha presença, não ausência. Saudade não é tragédia — é amor que continua.
Sim. Nova MPB pra mãe, sertanejo raiz pra pai do interior, forró pé de serra pra avó nordestina, bossa nova pra viúva, rock acústico pra irmão da geração Cazuza, MPB piano pra luto parental, choro pra professor, rap nacional pra padrinho, sertanejo clássico pra aposentadoria, funk melódico pra parceiro da quebrada. Cada saudade tem o gênero que carrega ela.
Tem. As músicas funcionam tanto pra ouvir privadamente como pra tocar na missa, no velório (com permissão do cerimonialista), ou na confraternização da família depois. Pra missa de sétimo dia, sugerimos as faixas MPB acústica ou choro — mais íntimas, menos performáticas.
Sim. A faixa "Quarenta anos viraram canção" foi escrita exatamente pra isso — pai/avô se aposentando, festa de aposentadoria, 80 anos. Homenagem não precisa esperar ausência. Às vezes, o melhor presente é dizer "obrigado" enquanto a pessoa pode ouvir.
Você não precisa contar tudo. Três detalhes concretos já bastam — o objeto que ficou, a frase que ela dizia, o gesto que continua. A gente trabalha com o que você consegue compartilhar. Sem julgamento, sem pressa.
Refazemos sem custo até você aprovar. Você ouve uma prévia antes da entrega final. Pra homenagem, a margem de revisão é maior — você pode ajustar versos pra ter certeza que a memória da pessoa fica fiel.
Para a produção musical, sim — usamos ferramentas modernas. Para a letra e a direção criativa, escritores brasileiros nativos especializados em saudade, memorial e luto. Cada música de homenagem é uma colaboração humano + tecnologia, escrita especificamente sobre a pessoa que você está homenageando.
Comece o brief — vocês podem editar detalhes antes da gente gravar. Leva 10 minutos.
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Ainda dá tempo hoje →
Uma canção feita só sobre quem você ama (ou amava). 10 vagas grátis disponíveis hoje. MP3 em 30 minutos.
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tem sempre um motivo pra cantar →
Cada momento pede uma canção própria. Escolha o que faz sentido pra você agora.
Uma canção pra ela, com o nome dela e as histórias de vocês.
→Uma homenagem pro seu pai — do jeito que ele é, sem clichê.
→Parabéns que ninguém mais tem — feito pra quem você ama.
→A trilha do grande dia: entrada, valsa ou a surpresa do par.
→Pra marcar a conquista de quem batalhou até o diploma.
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